segunda-feira, 21 de abril de 2008

Bailinho

Sei que os lugares bons a gente deve divulgar à boca pequena para não estragar, não encher demais, não ficar inviável. Mas como também sei que poucos dentre meus bons amigos acompanham meu blog, vou contar sobre um lugar em que fui ontem e que foi delicioso!
Chama-se Bailinho (http://blog-do-bailinho.blogspot.com/search/label/Release); é uma festa que começou em setembro de 2007 no novo Mistura Fina (em cima do Barril 1800), mas mudou-se para o 69 (Rua Farme de Amoedo, 50). Acontece aos domingos, a partir das 19h, mas só começa a bombar lá pelas 21h30. Parece seguro, visto que todos temos que acordar no dia seguinte para trabalhar. Mas a amiga que me deu a dica, habitué, disse que nunca consegue sair antes das 2h30. A semana começa torta, mas, segundo ela, vale a pena!
Já que hoje era feriado, resolvi conferir. Eu e a torcida do Flamengo, do Vasco e do Botafogo! Cheguei lá às onze e havia duas filas na porta, uma de gente comum, onde eu estava, e outra de "Amigos". Após alguma espera e muita argumentação com os seguranças e a doorwoman, adentrei o o Bailinho e... me diverti mmmmuuuiiittttoooo!!!!
O Dj residente é o ator Rodrigo Penna, mas ontem quem comandava as carrapetas era o Dj convidado Nado Leal, um cara que misturava ousadamente Tell me more (trilha sonora de Grease) com Chico Buarque (Todo dia ela faz tudo sempre igual...) com Don´t you want me babe? Don´t you want me now? (Human League) com forró e por aí vai.
A freqüência é misturadíssa, faixa etária predominantemente acima dos 30, levemente GLS, com mais moças gays do que rapazes, celebridades – estavam lá os atores Mariana Ximenes e Guilherme Weber, o cineasta Felipe Lacerda, o diretor de teatro Felipe Hirsch –, tudo na maior naturalidade, ninguém ligando ou olhando. O principal é que o astral é altíssimo! Todo mundo bebendo, dançando, rindo, paquerando descontraidamente.
No banheiro feminino, adesivos no espelho dão o tom da noite: não pensa, beija logo! Muita gente, a maioria, eu diria, segue o conselho. Como confidenciou a amiga que me introduziu no Bailinho: "Lá é um lugar onde as coisas acontecem..."
É um programa um pouco caro: R$ 30 para entrar e R$ 6 cada cerveja lá dentro – eles só servem Devassa. Mas vale o investimento... na diversão!
Dormi pouquíssimo, pois fui me deitar às 4h e levantei às 10h, mas acordei cheia de gás. Hoje é o primeiro dia em que posso dizer: a doença acabou. Passou!
Esse Bailinho faz milagres...

4 comentários:

Eliana Leal disse...

Valéria, seu blog está muito legal! Os textos estão maravilhosos, gostosos de ler. Muito bom! Só acho que você tinhas mais era que escrever... e publicar... um livro... ora pois!
Parabéns!

Valéria Martins disse...

Também acho... Mas às vezes tenho dúvida... A dúvida é o balé do medo, né?
Obrigada, Eliana!

Denise do Egito disse...

Quando for de novo ao Bailinho, me chama...

Valéria Martins disse...

Vou no domingo após o feriado de 1º de maio. Vamos lá!