Refiro-me à fantasia roupa, não à outra fantasia, hehehe, muito embora acredite que as duas estão intimamente ligadas.
Meu aniversário será comemorado neste sábado, dia 14 de fevereiro, com uma festa à fantasia. No ano passado já foi à fantasia (este ano não fui eu que escolhi, mas as pessoas às quais me juntei para esta comemoração). A proximidade do Carnaval justifica. E o convite eletrônico disparado para amigos de todas as fases e etapas da minha vida trazia o adendo “Acessem a Pausa do Tempo e votem: qual fantasia a Valéria deve usar na noite da festa?”
Quarenta e uma pessoas votaram e a opção Chapeuzinho Vermelho ganhou. De fato, é a mais bonita, com capa enorme de cetim vermelho.
A primeira vez que entendi o barato dessa história de se fantasiar foi em uma festa de colega da empresa onde trabalhava em 2004, a Editora Campus. A secretária realizava uma festa anual à fantasia no mês de julho. Eu era recém-chegada e queria me enturmar, então, meio sem graça, improvisei uma fantasia de Janis Joplin e fui.
Chegando lá, fiquei encantada. Como a festa era tradicional, as pessoas investiam nas fantasias. A minha volta desfilavam um Homem Aranha (passou a noite inteira de máscara, um mistério!), uma Branca de Neve, Penélope Charmosa, Maria Bonita e um Pai de Santo hilário, com uma galinha viva embaixo do braço! Quando parava para tomar uma cerveja, largava a ave e ela ficava ciscando o chão. Surreal!
Mas a fantasia que mais chamou minha atenção na festa foi... Chapeuzinho Vermelho. Sainha curta, meias três quartos, sapatinho preto, camisa branca de colegial e... a capa vermelha. Vidrei. E pensei: “um dia, vou vestir essa roupa”.
Depois que me separei em 2006, o primeiro Carnaval foi de Chapeuzinho Vermelho. De lá para cá surgiram opções: Doméstica, Freirinha, Policial (novidade!). Mas Chapeuzinho continua seu império. E vai reinar hoje à noite.
Voltando à pergunta: qual é a sua fantasia???

